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CAIS DO PORTO 2024

Inspirar, informar, divertir e engajar: todos os públicos da SP Ocean Week convergem para o Cais do Porto, um espaço de expositivo com múltiplas atividades, o porto de partida da semana. Instalado no foyer do Auditório Simon Bolivar do Memorial da América Latina – uma área total de mais de 2 mil m2 – os participantes e expositores do Cais do Porto apresentam ao público uma intensa programação.

 

Veja abaixo quem estará conosco, esperando por você. 

AOCEANO

A Associação Brasileira de Oceanografia – AOCEANO é uma instituição sem fins lucrativos e que tem o propósito congregar e representar seus associados em ações voltadas ao exercício ético e pleno da profissão de Oceanógrafo(a) e do estímulo ao desenvolvimento da ciência e o ensino em Oceanografia. Nós também desenvolvemos iniciativas que promovem o compartilhamento de informações de interesse dos Oceanógrafo(a)s, além de representá-lo(a)s enquanto entidade de classe. Nossa expectativa em participar da  SP Ocean Week é de poder divulgar, para os mais variados públicos que participam do evento, as ações da AOCEANO na promoção e no desenvolvimento da profissão de Oceanógrafo(a). Estaremos presente na SP Ocean Week divulgando as nossas atividades, enfatizando a importância da atuação do(a)s Oceanógrafo(a)s para a promoção da Cultura Oceânica, da Economia Azul e do nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável.

AQUÁRIO DE UBATUBA

O Aquário de Ubatuba, fundado em 1996, foi o primeiro do segmento privado a abrir para visitação pública. Um pequeno grupo de oceanólogos investiu no empreendimento a fim de unir educação, conscientização ambiental e entretenimento.

Reconhecido como um dos melhores aquários do Brasil e da América do Sul, é uma das melhores opções de lazer educativo no litoral norte de São Paulo. O Aquário de Ubatuba (www.aquariodeubatuba.com.br) permite aos visitantes o privilégio de conhecer mais de 100 espécies, ao mesmo tempo em que aprendem a valorizar a rica biodiversidade dos mais variados ecossistemas aquáticos de forma auto didática e descontraída.

A Diretoria do Aquário e outros profissionais ligados à proteção do meio ambiente fundou e manteve desde sua criação em 1998, o Instituto Argonauta (www.institutoargonauta.org), uma ONG sem fins lucrativos, reconhecida em 2007 como uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), para auxiliar na captação de recursos e execução de projetos voltados para a preservação e conservação dos oceanos, da costa e do meio ambiente em geral.

BMAK BANCO DE MICRORGANISMOS (IO-USP)

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O Banco de Microrganismos Aidar & Kutner (BMAK), do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, é um laboratório multiusuário que abriga o maior acervo de microalgas marinhas do Brasil, representando importante reserva de patrimônio genético, disponível para estudos de taxonomia, fisiologia, ecologia, ecotoxicologia e biotecnologia (dentre outros), para pesquisadores, alunos e empreendedores de instituições públicas e privadas de todo o Brasil. A infraestrutura também conta com uma sala climatizada, equipamentos e materiais para a pesquisa com cultivos de microalgas. A coleção foi iniciada na década de 1970 pelo Prof. Clóvis Teixeira e ampliada pela Profa. Dra. Elizabeth Aidar. A Dra. Myrian Kutner, especialista em taxonomia do fitoplâncton, também foi homenageada no nome da coleção. O trabalho desenvolvido no BMAK visa o ensino, a pesquisa e preservação dos recursos biológicos marinhos, bem como o desenvolvimento sustentável com a exploração e aplicação dos produtos das microalgas e seus serviços ambientais.

Curadora: Dra. Flávia Saldanha-Corrêa- fsalcorr@usp.br

DEEP LAB – INSTITUTO OCEANOGRÁFICO DA USP

O oceano profundo é o maior ecossistema do Planeta Terra, e também o menos conhecido por nós. A altíssima pressão, baixa temperatura e ausência parcial ou total de luz solar fazem com que os organismos que habitam esta região tenham adaptações extremas de anatomia e fisiologia para captura de alimento, camuflagem, reprodução e, até mesmo, produção da sua própria fonte luminosa através de bioluminescência ou de biofluorescência. Apesar de ser tão remoto e vasto, é um ecossistema extremamente sensível aos impactos antropogênicos, que faz parte de nosso cotidiano como fonte de alimento através da pesca, serviços ecossistêmicos (fluxo de matéria), produtos da mineração (ferro e calcário), petróleo e gás natural, biotecnologia para fármacos, além do acúmulo de lixo oriundos de áreas costeiras ou despejados por navios e plataformas.

No Laboratório de Diversidade, Ecologia e Evolução de Peixes – DEEP Lab, do Instituto Oceanográfico da USP são realizados estudos, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), sobre a diversidade desses organismos, assim como a interação entre ser humano e o ambiente. Nossa proposta é levar uma mostra sobre o oceano profundo na Zona Econômica Exclusiva Brasileira, através de fotografias, posters, exposição de exemplares (equipamentos, peixes, invertebrados e resíduos humanos), e da interação com os entre os pesquisadores e participantes do evento. O objetivo é conscientizar o

público de todas as idades, sobre a importância de conhecer melhor o oceano profundo, para poder preservá-lo através de uma experiência positiva marcada pela interatividade e disseminação de conhecimento.

PROJETO CORAL VIVO

O Projeto Coral Vivo nasceu em 2003 no Museu Nacional – UFRJ, através de pesquisas sobre as comunidades coralíneas. Possui Base de Pesquisa e Visitação em Arraial d’Ajuda, sul da Bahia, e pontos focais em Pernambuco, Abrolhos, Rio de Janeiro e São Paulo. Ao longo do tempo vem aperfeiçoando sua atuação, contribuindo para a melhora do estado de conservação dos ambientes coralíneos brasileiros contemplando a sustentabilidade socioambiental. Visamos envolver e conscientizar a sociedade para a importância, as oportunidades e os desafios para conservação e uso sustentável dos ambientes coralíneos, além de subsidiar políticas públicas atuando junto a esferas governamentais e da sociedade organizada.

PROJETO ALBATROZ

Albatrozes são aves marinhas migratórias e passam a maior parte de sua vida em alto mar, onde interagem com a pesca de espinhel. O alvo desta técnica de pesca industrial são peixes grandes como o atum. Sem intenção, a pescaria pode fisgar também albatrozes e petréis. Reduzir esta captura incidental é a maior missão do Projeto Albatroz.

 

O trabalho desenvolvido é mantido pelo Instituto Albatroz, que é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). 

 

A principal linha de ação é o desenvolvimento de pesquisas para subsidiar políticas públicas e a promoção de ações de educação ambiental junto aos pescadores e às escolas.

Como resultado desse esforço, o Instituto faz a formulação de medidas que protegem as aves, a sensibilização da sociedade quanto à importância da existência dos albatrozes e petréis para o equilíbrio do meio ambiente marinho e o apoio dos pescadores ao uso de medidas para reduzir a captura dessas belas aves no Brasil.

https://projetoalbatroz.org.br/

PROJETO GOLFINHO ROTADOR

O Projeto Golfinho Rotador, criado em 1990 em Fernando de Noronha, desenvolve ações de pesquisa, educação ambiental, envolvimento comunitário e sustentabilidade com moradores e visitantes do Arquipélago.

 

As pesquisas buscam entender aspectos da ecologia, comportamento e distribuição espacial e temporal dos golfinhos-rotadores. Ações de educação ambiental sensibilizam ilhéus de 2 aos 60 anos.

 

Atua em iniciativas culturais e esportivas, além de estimular a representatividade política dos moradores.

 

O golfinho-rotador desempenha papel fundamental no ecossistema oceânico e contribui para a economia da ilha, pois é foco do turismo de observação. O Projeto Golfinho Rotador, com patrocínio da Petrobras, une crianças, jovens, adultos e todos os bichos dos oceanos formando uma rede do bem, venha fazer parte!

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PROJETO BALEIA JUBARTE

Criado em 1988 como parte das ações de Implantação do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, e visando estudar e proteger a população remanescente de baleias-jubarte do Brasil, à época muito ameaçadas de extinção, o Projeto Baleia Jubarte é o principal programa de trabalho do Instituto Baleia Jubarte, instituição não-governamental sem fins lucrativos dedicada à conservação marinha, fundada em 1996.

 

O Projeto, que é patrocinado desde 1996 pela Petrobras, trabalha em três frentes – pesquisa, educação e políticas para a conservação – para assegurar que a recuperação das jubartes brasileiras continue acontecendo. Atualmente conta com bases físicas na Praia do Forte, Itacaré e Caravelas, Bahia, em Vitória, no Espírito Santo, e Ilhabela, São Paulo, além de outras regiões de atuação.

PROJETO MEROS DO BRASIL

Em mais de duas décadas de trabalho, o Projeto Meros do Brasil tem oferecido os principais subsídios para a recuperação das populações de meros (Epinephelus itajara) e dos ecossistemas marinhos e costeiros associados à espécie que é considerada a maior garoupa do Oceano Atlântico. Cobrindo aproximadamente 1.500 km da costa brasileira, o Projeto está presente em nove estados, por meio da atuação em rede, realizando ações voltadas para a conservação da sociobiodiversidade através da pesquisa científica, educação, comunicação e da arte. As atividades alinhadas com a Década do Oceano e os ODS levam em conta as particularidades de cada território e buscam envolver as comunidades locais, valorizando o seu conhecimento, e toda a sociedade, promovendo equidade de gênero, inclusão racial e de pessoas com deficiência. O Projeto conta com o patrocínio da Petrobras, e, desde 2013 é realizado pelo Instituto Meros do Brasil.

Ações de Comunicação e Educação Ambiental previstas para o evento: Lançamento das publicações “A viagem de Itajara”, livro infantil, e “Guia de consumo responsável de pescados para a primeira infância”. Ações de Educação Ambiental entre essas oficinas de arte, contação de histórias, jogos e brincadeiras.

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PROJETO FRANCA AUSTRAL

O ProFRANCA é um projeto realizado pelo Instituto Australis, que tem como objetivo conservar a baleia-franca-austral, tanto através da continuidade de pesquisas realizadas a longo prazo como pela execução de metodologias inovadoras aplicadas para descobertas de novas informações biológicas sobre a espécie.

A sensibilização e responsabilidade ambiental também estão presentes através de ações de mobilização social, educação ambiental, capacitações e atividades escolares, contribuindo para a formação de cidadãos ativos na valorização do meio ambiente e na construção de uma sociedade mais equilibrada e sustentável.

https://baleiafranca.org.br/

SEA SHEPHERD

A Sea Shepherd foi fundada em 1977 pelo Capitão Paul Watson para agir de maneira direta no combate a crimes ambientais no oceano.

 

Nossa missão é proteger a vida marinha e acabar com a destruição de habitats marinhos. A Sea Shepherd utiliza táticas inovadoras de ação direta para defender, conservar e proteger a biodiversidade de nossos mares e aplicar as leis internacionais de conservação.

Desde os gigantes do mar até as menores criaturas, a missão da Sea Shepherd é proteger todas as espécies marinhas que vivem em nosso oceano. Nossas campanhas têm defendido baleias, golfinhos, focas, tubarões, pinguins, tartarugas, peixes, krill e aves aquáticas da pesca ilegal, pesca insustentável, destruição de habitats e cativeiro explorador. Saiba mais da Sea Shepherd em https://seashepherd.org.br/sea-shepherd-brasil/ 

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FUNDAÇÃO FLORESTAL  – PARQUE DA LAJE DE SANTOS

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A Fundação Florestal é uma instituição ligada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do estado de São Paulo. Criada em 1987, a Fundação Florestal apoia, promove e executa diversas ações e programas voltados à conservação ambiental, a proteção da biodiversidade, o desenvolvimento sustentável, a recuperação de áreas degradadas e o reflorestamento de locais ambientalmente vulneráveis.

 

Atualmente, a FF é responsável pela gestão de 119 Unidades de Conservação, das quais 66 são Unidades de Conservação de Proteção Integral (que são as Estações Ecológicas, Parques Estaduais, Monumentos Naturais e os Refúgios de Vida Silvestre) e 53 são Unidades de Conservação de Uso Sustentável (que são as Áreas de Proteção Ambiental, Áreas de Relevante Interesse Ecológico, Florestas Estaduais, Reservas Extrativistas e as Reservas de Desenvolvimento Sustentável).

 

Dentre essas áreas protegidas, encontra-se o Parque Estadual Marinho Laje de Santos. Criado em 1993, seu objetivo é garantir a proteção dos ecossistemas marinhos. Localizado a cerca de 22 milhas náuticas da costa, a Laje de Santos tem 550 m de comprimento e 185 m de largura máxima. O grande rochedo, praticamente sem vegetação, abriga grande número de aves marinhas, como o atobá-marrom e o trinta-réis, que utilizam o local como área de reprodução e descanso. O parque também faz parte da rota de várias espécies migratórias e é uma importante área de alimentação. Muitas delas protegidas por convenções internacionais, como a baleias-de-bryde, raias-manta e as tartarugas marinhas. 

NAUI

A NATIONAL ASSOCIATION OF UNDERWATER INSTRUCTORS é uma Associação Mundial sem fins lucrativos e democrática, que foi fundada em 1960, pioneira em padronização internacional de treinamentos especializados para a prática do mergulho autônomo, legalmente estabelecida no Brasil desde 1996.


É reconhecida e respeitada mundialmente, sendo a mais presente em meios acadêmicos, científicos e militares. Um bom exemplo é a participação de instrutores da NAUI nos treinamentos de astronautas na Agência Espacial Americana NASA, na Unidade de Experimentos de Mergulho da Marinha Americana NEDU e o United States Navy’s SEAL Teams (ambos da US NAVY), Guarda Costeira Americana (US Coast Guard), A Academia Militar de US Point (U.S. Army), na Academia Americana de Ciências Subaquáticas (AAUS)  e de muitas outras instituições de grande reputação em várias partes do mundo.

Membros NAUI também estão presentes em várias unidades de nossas forças armadas, bem como em unidades de diferentes estados da união, assim como em importantes entidades de pesquisa e ensino superior.


Seus padrões para formação de mergulhadores e instrutores em todos os níveis recreativo e técnico, foram a maior referência para a consolidação da Indústria Mundial do Mergulho.

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PROJETO PETRECHOS DE PESCA PERDIDOS NO MAR

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Pesca (IP-APTA), vem desenvolvendo projeto de pesquisa para enfrentar um problema grave ao ambiente: a grande quantidade de petrechos de pesca perdidos, abandonados ou descartados nos rios e no mar.

Utensílios como redes, linhas, anzóis e boias frequentemente são perdidos - devido ao mau tempo, pesca ilegal, falhas nas operações de pesca -, ou descartados incorretamente nos ecossistemas aquáticos pela atividade pesqueira e causam poluição e prejuízo econômico, bem como o sofrimento e a morte dos animais destes ambientes.

 

Além de desenvolver metodologias para retirá-los da água, a pesquisa vem buscando soluções para trazer esta grande quantidade de materiais de volta ao ciclo produtivo com a elaboração de novos produtos por meio da ecoinovação.

Saiba mais!

INSTITUTO DE CONSERVAÇÃO COSTEIRA ICC

O ICC levará a mostra “Descubra a área de Proteção Ambiental: Baleia Sahy”, que já rodou com sucesso em diversos locais como o Metrô de São Paulo (Via Mobilidades), centros educacionais, casa de cultura, restaurantes, eventos ambientais, entre outros.

A exposição conta 20 painéis que colocamos frente e verso em 10 estruturas; Painéis ilustrados com imagens de espécies da Mata Atlântica e belas paisagens da área preservada, entre rios, praias e monumentos culturais e históricos. A mostra também serve como plataforma para apresentar o trabalho que o ICC promove na região ao formar um corredor ecológico que interliga parques com outras áreas de proteção e a relação da sociedade com esses espaços, seja por meio do turismo e lazer seja pela presença das comunidades tradicionais, ações que contribuem para o desenvolvimento sustentável do município e a saúde dos oceanos.

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Uma super oportunidade para os visitantes que circulam pelo evento conhecer um pouco mais das belezas e diversidades do litoral norte paulista, além de reforçar a conscientização a respeito dos cuidados necessários com o meio ambiente, levando sempre ao entendimento da grande massa que a proteção e preservação dos oceanos começa na serra do mar, nos manguezais.

PROJETO TRANSFORMAR - MARULHO

O Projeto Transformar - Marulho é  um negócio de impacto socioambiental, que começou na metade de 2019 – e só foi possível graças a comunidade de Matariz, na Ilha Grande – RJ.

Fundado por dois oceanógrafos, Bia e o Lucas, o Projeto transforma restos de pescas e outros poluidores do oceano em novos produtos que auxiliam na redução de uso de plástico como sacolas de redes de pesca. 

 

INSTITUTO ARGONAUTA

O Instituto Argonauta é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que atua na conservação do ambiente marinho e costeiro, com foco no litoral norte do estado de São Paulo. A instituição foi fundada em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba, e tem como objetivo principal a proteção dos ecossistemas marinhos e das espécies que neles habitam.

Instituto Argonauta

O Instituto realiza diversas atividades e projetos para alcançar seus objetivos de conservação. Entre suas principais iniciativas estão a reabilitação de animais marinhos, que são resgatados feridos ou debilitados nas praias da região através do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). Além disso, promove ações de educação ambiental, sensibilizando a comunidade local e visitantes sobre a importância da conservação dos ecossistemas marinhos.

Outra atividade relevante do Instituto Argonauta é a pesquisa científica, que busca ampliar o conhecimento sobre as espécies marinhas e seus habitats. Através dos estudos e monitoramentos realizados, a organização contribui para o desenvolvimento de estratégias de conservação e políticas públicas voltadas para a preservação do litoral norte. O trabalho do Instituto Argonauta é desenvolvido em parceria com outras instituições e conta com o apoio de voluntários e colaboradores engajados na causa da conservação marinha. A instituição também promove a participação da sociedade por meio de programas de voluntariado e atividades de educação ambiental.

Entre os projetos desenvolvidos pela instituição, além do PMP-BS, estão o Museu da Vida Marinha, a embarcação Nautilus, o Projeto Lixo Marinho, o Projeto de Avistagem e Monitoramento de Mamíferos Marinhos Argonauta (AMMA), o Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Aquáticos (CRETA) e o Centro de Documentação do Litoral Norte – CD/LN.

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INTERANTAR

O InterAntar é um programa de divulgação das ciências polares, organizado em uma rede de cientistas e educadores brasileiros e estrangeiros que interagem entre si para a criação, execução e disseminação de conhecimento sobre as regiões polares e suas influências nas mudanças climáticas. 

 

Seu objetivo principal é contribuir para a formação da mentalidade antártica brasileira e para isso produz materiais para a divulgação e o ensino das ciências polares, como: jogos, livros, vídeos, podcasts, simulações, museu virtual e cursos.

ESCOLA MUNICIPAL DE VELA DE ILHABELA – EVI

A Escola Municipal De Vela De Ilhabela – EVI, é uma instituição pública da Prefeitura Municipal da Estância Balneária de Ilhabela – SP e possui sua sede na avenida Santos Dumont, s/nº, praia do Pequeá.

A escola teve início no ano de 2002, com a implementação de um polo do Projeto Navegar (projeto esse de autoria do então Secretário Nacional de Esporte, Lars Grael).

Entre 2014 e 2016, foi construído o atual prédio que abriga a Escola Municipal de Vela “Lars Grael”, nome dado em homenagem ao criador do projeto que viabilizou a implantação de uma escola de vela no município.

Durante todos esses anos, a EVI atende a diversas classes de vela, porém o foco da escola tem sido o fomento da vela na base (Optimist), utilizando o esporte como ferramenta de formação de cidadãos, trabalhando a interdisciplinaridade entre esporte, cultura, educação e meio ambiente, além de integrarmos todas as classes sociais através da Vela.

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